Produtores mato-grossenses do segmento de pulses (grupo de 12 culturas que inclui feijões, ervilhas secas, grão-de-bico, entre outros) solicitaram ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a comercialização dos grãos.
Atualmente, o valor do imposto cobrado é de 12%. A ideia dos produtores é de que o valor seja reduzido para 4%. Desse percentual, 1% será destinado para o Fundo de Incentivo a Pesquisas dos Feijões, Pulses e Grãos Especiais.
De acordo com presidente da Associação dos Produtores de Feijão, Trigo e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir), Alei Fernandes essa é uma reivindicação antiga dos produtores, e o decreto do Governo do Estado propõe a redução para 5%, mas por apenas 90 dias, o que não agrada em nada a classe. “Nosso estado é o único no país que possui uma cobrança tão alta de imposto para essas culturas, precisamos de um respaldo por parte do poder público, para que possamos continuar crescendo e produzindo em maior escala”, disse.