No fechamento desta segunda-feira (14) às 16 h 59 (horário de Brasília), o contrato de setembro do milho cotado na Bolsa Brasileira registrou ganhos de 2,97% e foi negociado a nível recorde de R$ 60,22/saca (no pregão anterior fechou a R$ 58,48/saca). Enquanto o novembro saltou 3,78%, a R$ 59,76/saca (sobre R$ 57,58/saca).
O contrato spot renovou seu nível recorde de mais de R$ 60,00 durante a nona sessão consecutiva influenciado pela oferta do cereal brasileiro limitada e alta no câmbio, cotado a R$ 5,50.
Além disso, os embarques do milho do Brasil totalizaram 1,46 milhão de toneladas até a semana do dia 14 de agosto, 14% acima da média semanal de 1,28 milhão de t para totalizar a safra, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia.
Também há atenção para a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de chuvas e temperaturas mais baixas na região Sudeste, Sul e parte do Centro-Oeste do Brasil.
No cenário internacional, repercutiu a valorização de 1,31% no contrato spot da soja, 1,73% no milho e 3,30% no trigo mole negociados na Bolsa de Chicago (CBOT). Os traders seguem acompanhando os impactos da tempestade nas lavouras de milho em Iowa, nos Estados Unidos, na última semana.