Às 13 h 57 (horário de Brasília) desta quarta-feira (12), o milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) operava com alta de 0,44 ponto e 0,79% no setembro, negociado a nível recorde de R$ 55,81/saca. O novembro subia 0,30 ponto e 0,54%, a R$ 55,70/saca. Os contratos mais longos oscilavam entre ganhos e perdas
O mercado acompanha a alta de 6,75 pontos na soja e 1,50 ponto no milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) com a assimilação dos dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) sobre a oferta e demanda do país e do mundo e otimismo do financeiro.
Para o Brasil, o USDA informou que a produção do cereal da safra 2019/20 ficou estável em 101 milhões de toneladas nos meses de agosto e julho de 2020.
Atenção também para a tentativa de sustentação à alta do milho na B3 com os ganhos expressivos no câmbio.
Em aspecto negativo, há atenção para a previsão de tempo firme e clima seco na maior parte do Brasil pelos próximos dias, favorecendo os trabalhos de colheita da segunda safra do milho. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para baixa umidade nas principais regiões de lavouras do país, mas chuvas intensas devem atingir a região o Norte e leste do Nordeste e, no Sul, precipitações isoladas também são esperadas em pontos do Paraná.