No fechamento desta quinta-feira (27), às 16 h 55 (horário de Brasília), o contrato de setembro do milho cotado na Bolsa Brasileira registrou perdas de 0,53% e foi negociado a de R$ 59,97/saca (no pregão anterior fechou a R$ 60,29/saca). Enquanto o novembro caiu 0,26%, a R$ 59,19/saca (sobre R$ 59,35/saca).
A sessão foi influenciada pelo viés baixista da véspera, desvalorização no câmbio e movimentação técnica de realização nos lucros depois das fortes altas nos últimos dias.
O mercado também acompanha a previsão climática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de temperaturas altas e baixa umidade no Brasil Central, favorecendo a colheita da safra de inverno.
Além disso, o governo federal também anunciou ontem (26) que pretende reduzir a alíquota de importação para o cereal fora do Mercosul (TEC/Tarifa Externa Comum) de 8% para 0% na soja e milho, e de 10 para 0% no arroz em casca. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) disse em nota para a Consultoria DATAGRO que a inclusão temporária do milho e da soja e arroz na lista de exceção da tarifa entrará em pauta em setembro.
Internacionalmente, os traders acompanham a informação de que o as estimativas de colheita da safra de milho 2019/20 da Argentina já atingiram 99% das lavouras do país, segundo o Ministério de Agricultura, Pecuária e Pesca do país.