Às 13 h 59 (horário de Brasília) desta sexta-feira (28), o milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) registrava perdas de 0,08 ponto e 0,13% no setembro, negociado a R$ 59,85/saca. O novembro subia 0,38 ponto e 0,64%, a R$ 59,40/saca. Os contratos mais longos oscilam entre ganhos e perdas.
Os preços do cereal repercutem a oferta interna limitada e os movimentos técnicos de ajustes nas posições sobre a queda na véspera e oscilações de altas e perdas nesta sessão.
Além disso, a valorização de 8,75 pontos no contrato spot da soja e 0,25 ponto no spot do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) também colaboravam para a tentativa de suporte, apesar dos contratos mais longos do cereal registrarem queda.
Já em aspecto negativo, as atenções seguem voltadas para a previsão de tempo seco e baixa umidade para áreas do Brasil Central pelas próximas horas. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também alertou que a maior parte do país deve manter as temperaturas altas durante o final de semana, favorecendo a colheita da safra de inverno.
O mercado também acompanha informações sobre a possível retirada temporária da taxa de importação pelo Brasil de fora do Mercosul para milho, soja e arroz.
A desvalorização de mais de 2% no câmbio, cotado a R$ 5,43, também era assimilada na sessão.