Às 14 h 51 (horário de Brasília), desta quarta-feira (17), o contrato de maio subia 2,25 pontos e 0,41% Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 556.50/bushel. Enquanto o julho registrava queda de 0,25 ponto e 0,05%, a US$ cents 541.50/bushel. Os vencimentos mais longos registravam perdas.
O primeiro contrato acompanhava a notícia do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês) de que a China realizou uma compra de 1,244 milhão de toneladas do milho norte-americano referente à safra 2020/21. Ontem (17), o país asiático realizou uma compra de 1,156 mi de t do cereal da mesma safra.
Em aspecto negativo, o mercado segue preocupado com a nova cepa do coronavírus na Califórnia e crescimento da contaminação e mortes no Brasil e países da Europa, o que deve prejudicar ainda mais as respectivas economias.
Além disso, o clima na América do Sul e nos EUA também segue no radar. A colheita do milho de verão do Brasil avançou para 57,1% na última semana, ante média dos últimos cinco anos de 45,8%, conforme dados apontados pela DATAGRO Consultoria na véspera.