Às 13 h 57 (horário de Brasília) desta quarta-feira (19), o milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) subia 0,72 ponto e 1,22% no setembro, negociado a R$ 59,79/saca. O novembro ganhava 0,79 ponto e 1,36%, a R$ 58,95/saca.
O mercado acompanha a movimentação técnica de ajustes nas posições depois da desvalorização na véspera, quebrando as nove sessões de alta e recordes.
Os ganhos moderados do câmbio nesta tarde, a R$ 5,50, também colaboram com os preços do cereal.
Além disso, os traders se atentam para a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de passagem de uma intensa frente fria com chuvas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil pelos próximos dias, além de temporais no Mato Grosso do Sul. As geadas serão vistas na serra gaúcha e catarinense e divisa entre São Paulo com Paraná até o final da semana.
O encerramento dos trabalhos de colheita no Mato Grosso do Sul foi estendido até o dia 18 de setembro em função das chuvas que atingem a produção de milho em todo o estado desde a última semana. A Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul (Famasul) também apontou hoje que 38,3% da segunda safra de milho já foi colhida no estado, bem abaixo dos 92,8% no mesmo período do ano passado e da média dos últimos 5 anos é de 78,3%.