Às 14 h 00 (horário de Brasília) desta quinta-feira (03), o milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) registrava perdas de 1,40 ponto e 2,44% no novembro, negociado a R$ 57,50/saca. O março caía 1,42 ponto e 2,52%, a R$ 56,55/saca.
O cereal acompanha o movimento baixista da véspera e o terceiro dia de desvalorização do câmbio, cotado a R$ 5,29.
Além disso, o mercado permanece de olho na previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de tempo seco e baixa umidade para a maior parte do Brasil Central pelos próximos dias, favorecendo os trabalhos de colheita da safra de inverno.
No cenário internacional, o Ministério de Agricultura, Pecuária e Pesca da Argentina apontou que a colheita do cereal da safra 2019/20 no país atingiu na última semanal os 99,8% dos 9.461.670 hectares cultivados. O plantio de verão já começou no país.
Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) registravam queda de moderada à expressiva influenciando a B3, enquanto o spot do trigo mole perdia 5,25 pontos. Apesar das oscilações entre ganhos e perdas na soja.