No fechamento desta quarta-feira (02), às 16 h 57 (horário de Brasília), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira registrou perdas de 4,03% e foi negociado a de R$ 56,55/saca (no pregão anterior fechou a R$ 58,93//saca). Enquanto o março caiu 2,82%, a R$ 56,00/saca (sobre R$ 57,63/saca).
Os contratos foram fortemente pressionados dando sequência ao movimento baixista da véspera e desvalorização no câmbio, cotado a R$ 5,34.
Além disso, o mercado permanece de olho na previsão de tempo seco e baixa umidade para áreas do Brasil Central pelos próximos dias, favorecendo os trabalhos de colheita da safra de inverno.
Já o plantio da safra de verão 2020/21 de milho no Paraná, atingiu 9% da área estimada na última semana, um avanço semanal de 8 pontos percentuais, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento.
Na Bolsa de Chicago (CBOT), por outro lado, houve influência da queda de 8,00 pontos no trigo mole, apesar dos ganhos de 7,25 pontos na soja e 0,75 ponto no milho.