Às 13 h 59 (horário de Brasília) desta quarta-feira (30), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) avançava 1,29 ponto e 1,97%, negociado a R$ 66,68/saca. Enquanto o março operava com alta de 1,50 ponto e 2,30%, a R$ 66,60/saca.
O cereal acompanha os saltos de 35 pontos na soja, 16,50 pontos no milho e 33,25 pontos no trigo mole, negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) A valorização acontece por conta da repercussão positiva para os preços do relatório de estoques trimestrais em 1º de setembro de 2020, divulgado nesta tarde pelo Departamento de Agricultura dos do país (USDA, sigla em inglês).
Além disso, internamente, oferta interna limitada, o preço do frete livre a bordo (FOB, em inglês) forte e valorização leve no câmbio refletem.
Além disso, há atenção voltada para a previsão de continuidade das temperaturas elevadas e tempo seco em todas as regiões do Brasil durante a semana com o plantio da safra de verão em início, apesar de favorecer a finalização da colheita da safrinha. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também alertou que a umidade baixa deve permanecer baixa no Brasil-Central e Centro-Norte.
Em relação ao início do plantio do milho de verão 2020/21 há poucos dias com atraso das chuvas, 26,2% da área esperada foi semeada até dia 25 de setembro. O resultado ficou 4,5 pontos percentuais acima dos 21,7% na semana anterior.