Segundo os jornalistas Anatoly Medetsky e Megan Durisin, correspondentes em Moscou e Chicago, respectivamente do portal Bloomberg, a China recorreu à Rússia para tentar substituir a soja exportada dos Estados Unidos.
As negociação da oleaginosa entre chineses e americanos estão paralisadas desde maio, devido a conhecida guerra comercial.
Segundo o primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev, o país planeja ampliar a produção de soja no extremo oriente do país para atender a demanda da China. Os dois países pretendem aumentar as suas relações bilaterais. As exportações podem crescer gradualmente, mas, uma disparada imediata não é possível. A Rússia é uma minúscula fornecedora de soja.
Na tarde desta quinta-feira (8), às 17:00 horas, o grão opera em baixa de 0,75 ponto no contrato novembro/18, cotado a US$ cents 867.00/bushel e no contrato maio/19 a baixa é de 2,00 pontos, com o bushel cotado a US$ 903.50.