Às 12 h 46 (horário de Brasília) nesta segunda-feira (17), o índice Dow Jones Industrial perdia 0,16%, aos 27.925 pontos.
No fechamento de sexta-feira (14), o Dow Jones Industrial subiu 0,12%, a 27.931 pontos.
Os futuros da ações norte-americanas registravam queda nesta manhã, repercutindo a notícia de que a reunião virtual entre China e EUA foi cancelada, apontam as agências internacionais. O intuito era discutir sobre o acordo comercial “fase 1”. O mercado avalia com cautela os lados positivo e negativo disso, pois há a possibilidade da China ampliar suas compras, mas também pode significar um maior abalo na relação entre as duas potências.
Além disso, foi divulgado que o Banco do Povo da China injetou US$ 101 bilhões no sistema financeiro do país nesta segunda-feira. A ação foi feita por meio de linha de crédito de médio prazo.
Nos EUA, os investidores estão pessimistas sobre a falta de estímulo fiscal e novidades sobre as ações de Washington na economia após os senadores do país entrarem em recesso até setembro. Isso só mudará se os legisladores decidirem se reunir novamente antes do previsto. Entretanto, economistas apontam que esse impasse pode mergulhar os Estados Unidos em uma recessão ainda mais longa.
Um ponto a ser acompanhando, ainda sem grandes reflexos, é referente as tensões entre EUA e China, que foi alimentada pela notícia de que Taiwan assinou um acordo de compra de jatos F16 da empresa norte-americana Lockheed Matin. Vale lembrar que assim como Hong Kong, Taiwan também é um território sensível para Pequim, o partido considera assunto interno. Este tipo de negociação entre a ilha e o EUA acontecia desde 1992.
Apesar destes pontos de atenção voltados à política, o mercado aguarda a aprovação da primeira patente da candidata à vacina chinesa contra o coronavírus. Ela já se encontra na terceira fase e está sendo desenvolvida pelo Instituto Científico Militar e pela farmacêutica CanSino Biologics.
A vacina russa, olhada com desconfiança pela classe científica, ganhou mais adeptos, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos. Os países vão conduzir ensaios clínicos para avaliar sua eficácia. As Filipinas também estão testando a droga.