Às 12 h 17 (horário de Brasília) desta quinta-feira (02), o milho no contrato de setembro na Bolsa de Chicago perdia 4,25 pontos e 1,21%, a US$ cents 346.75/bushel. O dezembro recuava 4,25 pontos e 1,18%, a US$ cents 356.25/bushel.
O milho passou a registrar desvalorização moderada neste pregão diurno em realização de lucros depois de ganhos recentes, apesar dos relatórios positivos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) divulgados ao longo desta semana e de anúncio de venda no dia para a China.
Mais cedo, o USDA também reportou a venda de 202 mil toneladas do cereal aos chineses na temporada 2020/21.
O relatório de registro semanal de exportação de milho divulgado hoje trouxe referente à safra 2019/20 dos Estados Unidos 361 mil toneladas do cereal até 25 de junho. Um recuo de 21,86% ante a semana anterior (462 mil t), mas acima da média para totalizar as projeções da safra.
Na temporada 2020/21, foram registradas 263 mil t ante 77 mil toneladas na semana anterior, com avanço de 241,56%, e média semanal de 975 mil t.
Outra informação importante para o mercado ao longo da semana se refere à área da safra 2020/21 nos EUA que ficou em 37,23 milhões de hectares, abaixo dos 38,50 milhões de ha esperados e intenção de plantio em março de 39,25 milhões de ha.
Negativamente, segue pesando sobre o mercado os temores com uma segunda onda de coronavírus, apesar de países da Europa e os Estados Unidos apresentarem importantes sinais de recuperação econômica.