Às 11 h 57 (horário de Brasília) desta quinta-feira (24), o milho na Bolsa de Chicago perdia 4,50 pontos e 1,22%, a US$ cents 364.00/bushel no contrato de dezembro. O vencimento março recuava 5,00 pontos e 1,32%, a US$ cents 372.50/bushel.
Os futuros do milho, como a soja, seguem pressionados nesta sessão refletindo o avanço da colheita nos Estados Unidos, favorecido pelo clima seco no Meio-Oeste do país. Apesar de algumas lavouras ainda estarem em desenvolvimento.
As preocupações em relação às novas contaminações na Europa também repercutem, com o mercado atento aos danos que um novo lockdown na União Europeia (UE) podem causar enquanto as grandes potências seguem tentando recuperar o crescimento econômico.
A Espanha já adotou novas medidas de restrição social em sua capital, Madri.
Apesar disso, a taxa de mortalidade global continua em queda, agora em 3,06%, apontam as informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) compiladas pela DATAGRO.
Não houve nesta manhã novos registros de vendas dos EUA para a China, mas operadores esperam que a demanda aquecida siga fim de repetir o desempenho das últimas semanas em honra ao acordo comercial “fase 1”, firmado entre as duas potências.
Em aspecto positivo, os negociadores também digerem o novo relatório de registro semanal de exportação de milho da safra 2020/21 dos Estados Unidos que totalizou 2,14 milhões de toneladas até 17 de setembro. Uma alta de 32,94% sobre a semana anterior (1,61 milhão de t) e acima da média, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).
No período, houve venda de 566 mil t para a China.