Às 12 h 09 (horário de Brasília) desta terça-feira (29), o milho na Bolsa de Chicago recuava 5,25 pontos e 1,43%, cotado a US$ cents 361.50/bushel no contrato de dezembro. O março perdia 4,50 pontos e 1,20%, a US$ cents 371.00/bushel.
Assim como a soja, os futuros do milho também repercutem os avanços da colheita dos Estados Unidos até dia 27 de setembro, que atingiu 15% a área prevista, ante os 8% da semana anterior, informou o Departamento de Agricultura dos do país (USDA, sigla em inglês).
O clima seco continua sendo favorável para os trabalhos com o cereal. Em complemento, as lavouras norte-americanas em condições boas/excelentes seguiram em 61%. As áreas com condição regular atingiam 25% e ruim/muito ruim representavam 14%, apontou o USDA.
Os investidores ainda esperam os novos sinais da demanda chinesa pelos produtos agrícolas dos Estados Unidos nesta semana.
As perdas expressivas do petróleo, com o WTI em queda de mais de 3% e Brent de mais de 2%, também pesam sobre os futuros do milho neste pregão diurno, já que possuem impacto direto na competitividade do etanol norte-americano.