Às 12 h 06 (horário de Brasília) desta segunda-feira (13), o milho na Bolsa de Chicago perdia 8,00 pontos e 2,37%, a US$ cents 329.25/bushel no contrato de setembro e recuava 8,75 pontos e 2,39% no dezembro, a US$ cents 336.50/bushel.
O milho segue pressionado neste pregão diurno com as previsões meteorológicas favoráveis ao cinturão agrícola dos Estados Unidos, com temperaturas mais amenas e chuvas abrangentes. No final de semana, precipitações foram registradas em estados produtores, contribuindo para o desenvolvimento da safra.
Além disso, o petróleo é pressionado nesta manhã com o aumento do número de casos de coronavírus nos EUA no fim de semana em 66.281 registros, crescimento de 2,1%, apontam os dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do país (CDC, na sigla em inglês), e o cenário pesa sobre a competitividade do etanol.
Todavia, a taxa de mortalidade em âmbito global caiu de 4,42% no dia anterior para 4,38%, apontam os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) compilados pela DATAGRO.
Por outro lado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) divulgou na semana anterior o relatório de oferta e demanda com um recuo acima do esperado na produção e nos estoques de milho dos EUA da safra 2020/21. Além de cortes nos estoques globais das duas safras.
Em complemento, os estoques finais da safra 2019/20 foram atualizados para 57,10 milhões de t, 1% menor do que o esperado de 57,70 milhões de t.
O mercado espera para esta segunda-feira as divulgações do USDA de embarque semanal e estágios e condições das lavouras norte-americanas.