No fechamento às 15 h 30 (horário de Brasília), desta quarta-feira (14), o contrato de dezembro saltou 5,25 pontos e 1,34% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 396.50/bushel. O março subiu 3,25 pontos e 0,81%, a US$ cents 402.50/bushel. Os contratos mais longos oscilaram entre ganhos e perdas.
A pressão da maioria dos futuros vinha pela informação do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) de que a colheita do cereal nos EUA atingiu 41% da área prevista até o dia 11 de outubro, sobre 25% na semana anterior. Os trabalhos estão mais adiantados do os 20% no mesmo período de 2019 e da média de cinco anos de 32%.
Além da possibilidade de o ritmo dos trabalhos de campos ficarem mais acelerados com a previsão de continuidade de clima seco na maior parte do Meio-Oeste do país.
Já em aspecto positivo, repercutia o reporte do USDA de venda de 420 mil toneladas do cereal 2020/21 dos EUA para a China e outra de 264 mil t da soja norte-americana.
As condições consideradas boas/excelentes caíram para 61% até o dia 11 de outubro. As regulares atingiam 25% e ruins/muito ruins representavam 14%.