Milho fecha a sexta-feira em alta expressiva na CBOT

No fechamento às 15 h 30 (horário de Brasília), desta sexta-feira (09), o contrato de dezembro saltou de forma mais forte 8,00 pontos e 2,07% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 395.00/bushel. O março subiu 7,50 pontos e 1,90%, a US$ cents 402.25/bushel.

A sessão foi motivada pelo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) que apontou que a produção da safra 2020/21 do milho do país é estimada em 373,95 milhões de toneladas em outubro, abaixo das 378,47 mi de t no mês anterior e das 376,05 mi t esperadas pelos analistas.

Já os estoques da mesma safra, são estimados em 55,04 milhões de toneladas, menores do que as 63,57 mi de t em setembro, mas acima da projeção de 53,85 mi de t.

Na safra atual mundial, os estoques são estimados em 300,45 mi de t em outubro, ante 306,79 mi de t em setembro.

Além disso, há o acompanhamento da previsão de baixos volumes de chuvas no Meio-Oeste dos Estados Unidos pelos próximos cinco dias, o que pode paralisar os trabalhos de colheita da soja e dos grãos em algumas áreas.

O movimento altista da véspera, alta nos futuros da soja e do trigo mole na CBOT e otimismo com a demanda chinesa também colaboravam com a sessão.

O clima seco nas regiões de lavouras no Brasil também é monitorado em função do atraso no plantio da soja e as condições climáticas na Argentina.