No fechamento às 15 h 30 (horário de Brasília), desta segunda-feira (27), o contrato de setembro registrou perdas de 1,25 ponto e 0,38% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 325.00/bushel. O dezembro caiu 0,50 ponto e 0,15%, a US$ cents 334.50/bushel. Os contratos mais longos oscilaram entre ganhos e perdas.
O dia foi marcado pela informação de que os embarques de milho nos Estados Unidos atingiram 797 mil toneladas até o dia 23 de julho, ficou 50% menores do que a média semanal de 1,58 milhão de t necessária para totalizar a safra, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês). No comparativo semanal, ficou 32% menor.
Além disso, as recentes tensões estabelecidas entre os Estados Unidos e a China ainda repercutem. O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse hoje que os EUA e seus aliados devem usar “maneiras mais criativas e assertivas” para fazer o governo chinês mudar suas atitudes diplomáticas.
Atenção também à possível segunda onda de contaminação do coronavírus nos Estados Unidos, países da Europa e Ásia. Apesar da DATAGRO Consultoria constatar que o percentual de variação diária nas contaminações pelo COVID-19 no mundo passou de 2% para 1% entre os dias 25 e 26 de julho.
O Centro de Previsão Meteorológica (WPC, sigla em inglês), ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês) também alertou mais cedo que chuvas são previstas para a maior parte da região de lavouras do Meio-Oeste dos Estados Unidos, favorecendo a safra.