No fechamento desta terça-feira (23), às 17 h 00 (horário de Brasília), o contrato de julho do milho cotado na Bolsa Brasileira registrou perdas de 0,63% e foi negociado a R$ 45,72/saca (no pregão anterior fechou a R$ 46,02/saca). Enquanto isso, o setembro recuou 1,88%, a R$ 43,64/saca (sobre R$ 44,48/saca).
Os preços foram pressionados pela queda de 1,25 ponto no contrato spot da soja e 3,25 pontos no milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT). Além da desvalorização de mais de 2,20% no câmbio no cenário interno.
Também repercutiu a informação de que a colheita da segunda safra de milho já foi finalizada em 16,35% das lavouras do Mato Grosso até a última sexta-feira, dia 19, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O resultado apresenta um crescimento de 8,00 pontos percentuais sobre a semana passada.
Além disso, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que a maior parte da região Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil serão marcadas clima quente e seco durante a semana, favorecendo a colheita da safrinha. Apesar de alguma chuva prevista em pontos isolados no estado do Rio Grande do Sul e na parte Norte do país.