Milho finaliza o pregão com queda de mais de 2% na CBOT

No fechamento às 15 h 30 (horário de Brasília), desta segunda-feira (20), o contrato de maio do milho recuou 8,00 pontos na Bolsa de Chicago e 2,48%, negociado a US$ cents 314.25/bushel. O julho registrou perdas de 7,00 pontos e 2,13% a US$ cents 322.25/bushel.

O mercado teve o dia marcado pela queda de mais de 236% negativo no contrato de maio do petróleo WTI em meio à pandemia do coronavírus, a maior queda desde 1998. Enquanto o junho caía 16,5%. Sendo assim, as preocupações são voltadas para a competitividade do etanol de milho dos Estados Unidos já que a procura por gasolina deve crescer.

A pressão também vem pela disseminação do COVID-19 nos EUA, novo epicentro da doença, que já registrou mais de 40 mil mortes, segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Além disso, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) informou que os embarques do milho 2019/20 do país atingiram 683 mil toneladas até o dia 16 de abril. Uma queda de 42% sobre as 1.177 mil t na semana anterior e de 43% sobre a média semanal de 1.190 mil t necessárias para totalizar o ano comercial.