Às 13 h 34 (horário de Brasília), desta terça-feira (25), o contrato de setembro subia 8,00 pontos e 2,34% na Bolsa de Chicago (CBOT), a US$ cents 339.75/bushel. O dezembro ganhava 9,00 pontos e 2,61%, a US$ cents 354.00/bushel.
O cereal segue impulsionado pela informação de que houve uma piora 5 pontos percentuais nas condições das lavouras boas/excelentes nos Estados Unidos na semana finalizada no dia 23, que atingiram 64% no período, sobre 69% na semana passada. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) também reportou ontem (24) que as áreas com condição regular atingiam 24% e ruim/muito ruim representavam 12%.
Informações mais significativas sobre os impactos da tempestade que atingiu o estado norte-americano de Iowa, maior produtor de milho no país, na semana do dia 10 também são aguardadas pelo mercado. Apesar das previsões do retorno das chuvas, ainda que irregulares, após última semana de seca, nas lavouras do Meio-Oeste dos EUA pelos próximos dias.
Em relação às expectativas de melhora na demanda chinesa por produtos agrícolas norte-americanos, o USDA também anunciou mais cedo a realização de venda de 408 mil toneladas de milho 2020/21 dos EUA para a China. Outras 100 mil t foram vendidas para o Japão com entregas durante a mesma safra.
Além disso, o vice premiê chinês, Liu Hu, o representante comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer e o Secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, conversaram virtualmente na véspera e reafirmaram a Fase 1 do acordo comercial, apesar das recentes tensões políticas estabelecidas entre as nações.