Às 13 h 45 (horário de Brasília), desta sexta-feira (24), o contrato de maio do milho registrava perdas de 5,50 pontos e 1,72% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 313.75/bushel. Enquanto isso, o julho recuava 5,25 ponto e 1,61%, a US$ cents 320.75/bushel.
O mercado se preocupa com a informação de que o plantio de milho flui em ritmo acelerado nas lavouras dos Estados Unidos em meio à pandemia e fracos dados de registro semanal de exportação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês). Ontem, 23, o USDA informou que 727 mil toneladas foram registradas até o dia 16 de abril no país. Cerca de 20% abaixo das 907 mil t na semana anterior.
Além disso, as preocupações seguem voltadas à demanda do etanol de milho norte-americano que continua prejudicada pela paralisação econômica de importações do combustível diante do coronavírus. Embora, a DATAGRO Consultoria tenha constatado que os casos permaneceram com a variação de 3% no mundo entre os dias 22 e 23 de abril, uma estabilidade.
Por outro lado, o otimismo do mercado ronda a demanda chinesa e futuras compras mais robustas do milho. Hoje, o USDA reportou a venda de 589,39 mil toneladas de milho para o México. Sendo que, 369,60 mil toneladas serão enviadas durante a safra 2019/20 e 219,79 mil t na temporada 2020/21.