Às 13 h 35 (horário de Brasília), o milho avançava 6,50 pontos e 1,82% no contrato de dezembro, negociado a US$ cents 364.25/bushel. No março, subia 7,25 pontos e 1,95%, a US$ cents 378.50/bushel.
Os preços refletem o movimento de ajustes nas posições após as desvalorizações nos últimos dois dias, sinalizações de Donald Trump diante de negociações com a China e registros semanais norte-americanos.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) divulgou hoje que 874 mil toneladas foram exportadas a semana do dia 05 de dezembro, 60% acima das 546 mil t na semana anterior. O resultado também ficou 5% maior do que a média semanal de 829 mil t necessárias para totalizar a safra 2019/20.
Além disso, novas vendas de 1.600 mil t do milho norte-americano da safra atual e futura foram realizadas nesta quinta para o México e 110,744 mil t para destinos desconhecidos.
As atenções também são voltadas ao clima com neve que deve atingir o Meio-Oeste dos Estados Unidos nesta semana, prejudicando os trabalhos de colheita.
Em relação à Guerra Comercial, o mercado ficou mais otimista com divulgação do presidente dos EUA de que as negociações estão avançando bem. O porta-voz do Ministério de Comércio da China, Gao Feng, informou hoje que seus negociadores estão em contato próximo com os americanos.
E o presidente dos EUA, Donald Trump, se reúne hoje com consultores comerciais para discutir a imposição das tarifas no dia 15 de dezembro sobre US $ 160 bilhões em produtos chineses.