Às 13 h 31 (horário de Brasília), desta sexta-feira (09), o contrato de dezembro do milho registrava alta de 6,00 pontos e 1,55% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 393.00/bushel. O março subia 5,50 pontos e 1,39%, a US$ cents 400.25/bushel.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou há pouco que a produção da safra 2020/21 do milho do país é estimada em 373,95 milhões de toneladas em outubro, uma queda sobre as 378,47 mi de t no mês anterior e das 376,05 mi t esperadas pelos analistas.
Já os estoques da mesma safra, ficaram em 55,04 milhões de toneladas, bem abaixo das 63,57 mi de t em setembro, mas acima da projeção de 53,85 mi de t.
Na safra atual mundial, os estoques ficaram em 300,45 mi de t em outubro, ante 306,79 mi de t em setembro.
Em aspecto neutro, os estoques finais do cereal 2019/20 ficaram em 50,68 milhões de toneladas em outubro nos EUA, em linha com a expectativa do mercado e abaixo das 57,23 mi de t em setembro.
Além disso, o mercado acompanha a previsão de baixos volumes de chuvas no Meio-Oeste dos Estados Unidos pelos próximos cinco dias, o que pode paralisar os trabalhos de colheita da soja e dos grãos. Há possibilidade de as instabilidades atingirem acumulados de 25 milímetros na parte Norte da região produtora.
O movimento altista da véspera, alta nos futuros da soja e do trigo mole na CBOT e otimismo com a demanda chinesa também colaboravam com a sessão.