Às 08 h 33 (horário de Brasília) desta sexta-feira (07), o milho na Bolsa de Chicago perdia 0,25 ponto e 0,08%, a US$ cents 311.00/bushel no contrato setembro. O dezembro recuava 0,25 ponto e 0,08%, a US$ cents 323.50/bushel. Os contratos de vencimento mais distante registravam estabilidade.
No fechamento de quinta-feira (06), o cereal subiu 0,25 ponto e 0,08% contrato de setembro, a US$ 311.25/bushel. O dezembro avançou 0,50 pontos e 0,15%, a US$ 323.75/bushel, mas houve queda e estabilidade nos contratos mais distantes.
Os futuros do milho operam esta sessão em campo misto, com peso das informações de clima favorável para o desenvolvimento da safra nos EUA, apesar de algumas áreas registrarem temperaturas acima da normalidade, porém, sem repercussão nas negociações devido o cenário de umidade nas lavouras.
Em complemento, o mercado continua atento para as oscilações do petróleo com possível impacto na competitividade do etanol nos Estados Unidos. Nesta manhã, de acordo com a apuração da DATAGRO, os futuros do WTI eram negociados em queda, a US$ 41.57/barril.
Positivamente, na véspera, houve repercussão do registro semanal de exportação do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla inglês) que apontou mais de 2,70 milhões de toneladas do cereal das safras atual e nova. Para entregas durante o ano 2020/21, foram vendidas 2,60 milhões de t até o dia 30 de julho.
O volume representa uma alta de 307% sobre as 639 mil t da semana anterior e ficou mais de 200% acima da média semanal de 840 mil t para totalizar as projeções na safra. Do total na semana, 1,94 milhão de t foram compradas pela China.
Por outro lado, as tensões entre EUA e China continuam sendo acompanhadas diariamente devido aos temores de que isso agrave ainda mais a crise financeira global gerada pela pandemia e o acordo firmado entre os dois países no início do ano.