Às 11 h 56 (horário de Brasília) desta quinta-feira (22), o milho na Bolsa de Chicago subia 1,75 pontos e 0,42%, cotado a US$ cents 418.00/bushel no contrato de dezembro. O março avançava 1,50 ponto e 0,36%, a US$ cents 419.75/bushel. Os contratos de vencimento mais distante operavam em queda leve.
Os futuros do milho registram alta moderada nesta tarde repercutindo a venda diária de 100 mil toneladas do cereal para destinos não revelados no ano comercial 2020/21. Por outro lado, o mercado ainda espera sinalizações mais claras da demanda chinesa.
Os rebanhos suínos chineses se recuperam após o alastramento da peste suína africana (PSA) na Ásia no último ano. Vale destacar que o alto preço dos insumos tem levado Pequim a buscar alternativas como sorgo.
Além disso, há otimismo com o financeiro nos Estados Unidos. Há avanços nas negociações entre as autoridades dos Estados Unidos a respeito dos estímulos fiscais em resposta à crise gerada pelo coronavírus no país, que ainda é o país com maior número de casos.
Ainda há o suporte do relatório de registros semanais de exportação 2020/21 dos EUA que totalizou 1,83 milhão de toneladas na última semana, com alta de 179,69% sobre a semana anterior e acima da média, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, em inglês).