Às 12 h 09 (horário de Brasília) desta sexta-feira (11), o milho cotado na Bolsa Brasileira subia 1,02 ponto e 1,40% no contrato de janeiro, negociado a R$ 73,93/saca. Enquanto o março ganhava 0,59 ponto e 0,80%, a R$ 74,09/saca. Os contratos mais longos oscilavam entre ganhos e perdas.
Os principais preços do cereal acompanham o movimento altista dos últimos, valorização no câmbio, na soja e no trigo mole na Bolsa de Chicago (CBOT), apesar da queda no milho.
Por outro lado, o mercado segue de olho nas previsões climáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de chuvas volumosas favoráveis ao desenvolvimento da safra no Brasil-Central durante o final de semana.
Além do plantio da safra 2020/21 de milho na Argentina que avançou para 47% da área estimada de 6,3 milhões de hectares para o ciclo. Segundo Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), houve um salto semanal de 17 pontos percentuais, mas atraso de 7,7 pontos percentuais sobre o mesmo período do ano passado.