Às 13 h 31 (horário de Brasília), desta quinta-feira (08), o contrato de dezembro do milho registrava alta de 0,25 ponto e 0,06% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 388.75/bushel. O março caía 0,75 ponto e 0,19%, a US$ cents 396.50/bushel. Os contratos mais longos oscilavam entra ganhos e perdas.
O mercado assimila a forte queda de mais de 2% no contrato spot do trigo mole na CBOT e oscilações nos futuros da soja.
Além disso, os investidores ainda sentem falta de compras do milho dos EUA pela China. Apesar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) ter reportado hoje uma nova venda de 374 mil toneladas da soja da safra 2020/21 para a China, que sinalizou continuidade do acordo comercial com os norte-americanos.
A atenção também é voltada para a previsão de continuidade do tempo seco na maior parte do Meio-Oeste dos Estados Unidos, favorecendo os trabalhos de colheita. Mas chuvas leves de até 25 milímetros devem atingir os estados norte-americanos de Minnesota e Iowa.
Por outro lado, o registro semanal de exportação de milho da safra 2020/21 dos EUA totalizou 1,23 milhão de toneladas 1º de outubro, cerca de 73% acima da média semanal, mas queda de mais de 39% sobre a semana anterior, segundo o USDA.
A valorização de mais de 2% no spot do petróleo WTI, negociado na Bolsa de Nova York, também colaborava com algum suporte pois afeta diretamente a competitividade do etanol norte-americano.
Amanhã (09), o USDA divulgará o relatório atualizado de oferta e demanda da safra norte-americana e mundial.