Às 13 h 43 (horário de Brasília), desta terça-feira (05), o contrato de julho do milho avançava 2,25 pontos e 0,71% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 317.50/bushel. Enquanto isso, o setembro registrava ganho de 1,25 pontos e 0,39%, a US$ cents 323.75/bushel. Os contratos mais longos caíam de forma leve,
O mercado era motivado pela valorização de mais de 20% no contrato de junho do petróleo WTI que vem se recuperando das perdas históricas nas últimas semanas. Espera-se que a procura por etanol de milho dos Estados Unidos cresça. Por outro lado, o plantio 2020/21 já atingiu 51% da área prevista até o dia 3 de maio.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) reportou hoje a venda de 109,13 mil toneladas de milho para o México. Do total, serão 42,22 mil t enviadas na safra 2019/20 e 63,91 mil t durante 2020/21.
As expectativas do mercado também são voltadas para a desaceleração do coronavírus em países da Europa que já iniciaram o processo de afrouxamento do isolamento social. Alguns estados norte-americanos iniciaram o procedimento de reabertura das atividades econômicas, incluindo frigoríficos que não registraram casos de contaminação entre seus funcionários. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que o novo epicentro da doença, os Estados Unidos, já totalizam mais de 1,2 milhão de pessoas infectadas e 70 mil mortes.
Apesar disso, as tensões estabelecidas entre os Estados Unidos e a China nos últimos dias sobre a criação e disseminação do COVID-19 ainda preocupa, podendo afetar o cumprimento do acordo comercial assinado no dia 15 de janeiro.