Às 11 h 54 (horário de Brasília) desta quarta-feira (08), o milho na Bolsa de Chicago perdia 0,50 ponto e 0,14%, a US$ cents 344.50/bushel no contrato de setembro e recuava 1,00 ponto e 0,29% no dezembro, a US$ cents 342.50/bushel. Os contratos com vencimentos mais longos eram negociados em alta leve.
O clima adverso para o milho tem suas preocupações reduzidas nesta sessão com temperaturas amenas e chuvas sendo registradas em alguns estados norte-americanos. Entretanto, as previsões apontam a continuidade de precipitações muito irregulares em pleno desenvolvimento da safra 2020/21. A queda do petróleo no dia também impacta no cereal.
Por outro lado, há suporte no mercado diante da leve piora nas lavouras do país com 71% classificadas como boas/excelentes ante 73% na semana anterior, segundo divulgação do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) no início da semana.
O mercado também é pressionado por realização de lucros ante os últimos dias e pelo relatório de exportações semanais do USDA com reporte de 962 mil toneladas embarcadas até o dia 02 de julho, volume 29% menor do que a média semanal de 1.360 mil t para totalizar as estimativas e abaixo da semana anterior.
O aumento no número de infecções por COVID-19 nos EUA também é avaliado negativamente. A cidade Miami, por exemplo, voltou atrás na reabertura das atividades econômicas em função do alto número de casos nas últimas semanas. Outros estados como a Califórnia, Kentucky, Kansas e Nova Iorque também seguem no radar.
Os investidores esperam o novo relatório de registros semanais de exportação para amanhã (09), além do boletim mensal de oferta e demanda na sexta-feira (10).