Milho opera em campo misto no pregão diurno da CBOT

Às 12 h 19 (horário de Brasília) desta sexta-feira (21), o milho na Bolsa de Chicago subia 2,50 pontos e 0,77%, a US$ cents 327.00/bushel no contrato de setembro. O dezembro saltava 1,50 ponto e 0,44%, a US$ cents 340.75/bushel. Alguns contratos de vencimento mais distante registravam queda.

Os futuros do milho operam em alta nos contratos com vencimentos mais próximos acompanhando o reporte venda do cereal para a China no dia, além de sinalização feita pelo porta-voz chinês, Gao-Feng sobre uma reunião entre as potências em um “futuro próximo”, após o último adiamento noticiado pela DATAGRO.

Mais cedo, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) divulgou venda de 405 mil toneladas de milho para a China durante o ano comercial de 2020/21. Além disso, mais 400 mil t de soja para o país asiático e 368 mil t da oleaginosa para destinos não revelados também foram divulgadas.

Por outro lado, parte do mercado ainda segue preocupado com o andamento das compras chinesas, que precisam acelerar para cumprimento do acordo comercial e as recentes tensões entre os países.

Ainda sem um levantamento finalizado, o USDA continua investigando os danos causados pela tempestade ocorrida em Iowa, nos EUA, na última semana. Em complemento, o mercado acompanha a previsão do retorno de chuvas para as lavouras do cereal localizadas no Meio-Oeste do país.

Vale lembrar que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) apontou ontem (20) que os registros da safra 2019/20 do cereal totalizaram 62 mil toneladas até o dia 13 de agosto, 91% abaixo da média semanal de 687 mil t necessária. A projeção total de 45,59 milhões de t ainda não foi atingida e o USDA deve rever suas previsões.

Ainda assim, na safra 2020/21, o registro semanal de exportação totalizou 723 mil toneladas, acumulando 22% das projeções totais.