Às 11 h 55 (horário de Brasília) desta terça-feira (08), o milho na Bolsa de Chicago subia 0,50 ponto e 0,14%, a US$ cents 350.50/bushel no contrato de dezembro. O março subia 0,25 ponto e 0,07%, a US$ cents 368.75/bushel. Os contratos de vencimento mais longe oscilavam entre o positivo e negativo.
Os futuros do milho, assim como a soja, seguem sem direção clara nesta sessão com os investidores esperando o novo boletim de embarques semanais dos EUA pelo Departamento de Agricultura do país (USDA, sigla em inglês) e estágios e condições das lavouras do país. Vale lembrar que o atraso é devido ao feriado Labor Day da véspera.
Os investidores já esperam uma nova estimativa para a safra norte-americana devido as perdas registradas após as fortes tempestades tropicais do Meio-Oeste do país, seguida por seca nas últimas semanas.
Ainda como fator de suporte ao mercado, o USDA informou há pouco a venda de 101,60 mil toneladas de milho para destinos não revelados no ano comercial 2020/21, que começa em 1º de setembro. No entanto, as tensões entre China e EUA preocupam neste início de semana, com possibilidade de suspensão de importação de produtos que usem algodão de Xinjiang.
No campo da energia, os investidores avaliam o forte recuo de mais de 7,5% nas negociações do petróleo WTI nesta sessão, afetando a competitividade ante o etanol norte-americano.