Às 11 h 28 (horário de Brasília) desta quinta-feira (17), o milho na Bolsa de Chicago subia 0,25 ponto e 0,07%, a US$ cents 372.50/bushel no contrato de dezembro. O março avançava 0,25 ponto e 0,07%, a US$ cents 387.75/bushel. Os contratos de vencimento mais distante oscilavam entre ganhos e perdas.
Os futuros do cereal continuam sem direção definida neste pregão diurno da CBOT. Apesar da demanda aquecida chinesa pelos produtos agrícolas dos EUA, há também movimento de realização de lucros ante os ganhos recentes sendo registrado.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou mais cedo que 120 mil toneladas de milho para destinos desconhecidos foram vendidas no ano comercial 2020/21. Além disso, houve duas vendas de soja.
O USDA também informou que o registro semanal de exportação de milho da safra 2020/21 dos Estados Unidos totalizou 1,61 milhão de toneladas até dia 10. Uma queda de 11,74% sobre a semana anterior. No período, houve venda de 360 mil t para a China, bem abaixo da semana anterior.
Apesar disso, o registro semanal de 2020/21 ficou cerca de 123% acima da média semanal de 721 mil t para atingir as projeções.
A previsão é de continuidade do tempo seco nos Estados Unidos. Além disso, o mercado acompanha as recentes perdas na safra da chinesa de milho devido aos tufões que passaram pela região de Heilongjiang, como já noticiado pela DATAGRO.