Às 08 h 30 (horário de Brasília) desta sexta-feira (21), o milho na Bolsa de Chicago subia 1,25 ponto e 0,39%, a US$ cents 325.75/bushel, no contrato setembro. O contrato de dezembro perdia 0,75 ponto e 0,22%, a US$ cents 340.00/bushel. Os contratos de vencimento mais distante registravam estabilidade e perdas.
No fechamento de quinta-feira (20), o cereal caiu 0,50 ponto e 0,15% nos contratos de setembro e dezembro, a US$ 324.50/bushel e US$ 339.25/bushel, respectivamente.
Os futuros do milho operam em campo misto nesta sessão com investidores à espera de novas sinalizações de compras chinesas dos produtos agrícolas dos EUA, apesar das novas tensões envolvendo questões políticas e o acordo comercial “fase 1”, que deveria ter sido revisto no último fim de semana, mas a reunião foi cancelada de última hora.
Além disso, o mercado acompanha a previsão de retorno de chuvas para as lavouras do cereal localizadas no Meio-Oeste dos Estados Unidos pelos próximos dias, conforme o Centro de Previsão Meteorológica (WPC, sigla em inglês) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês), após semana mais seca.
Vale lembrar que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) apontou ontem (20) que os registros da safra 2019/20 do cereal totalizaram 62 mil toneladas até o dia 13 de agosto, 91% abaixo da média semanal de 687 mil t necessária. A projeção total de 45,59 milhões de t ainda não foi atingida e o USDA deve rever suas previsões.
Por outro lado, na safra 2020/21, o registro semanal de exportação totalizou 723 mil toneladas, acumulando 22% das projeções totais.