Às 08 h 28 (horário de Brasília) desta quinta-feira (23), o milho na Bolsa de Chicago perdia 0,75 ponto e 0,23%, a US$ cents 326.75/bushel no contrato de setembro e caía 0,50 ponto e 0,15% no dezembro, a US$ cents 334.25/bushel. Os contratos com vencimento mais distante operavam em campo positivo.
No fechamento de quarta-feira (22), o cereal registrou ganhos de 4,75 pontos e 1,47% no contrato de setembro, a US$ cents 327.50/bushel. O dezembro avançou 4,00 pontos e 1,21%, a US$ cents 334.75/bushel.
Os futuros do milho operam nesta sessão sem direção definida enquanto o mercado acompanha a demanda chinesa pelo cereal e outros produtos agrícolas dos EUA em meio ao novo nível de tensão entre as potências após o fechamento do consulado chinês em Houston.
O mercado também espera por novas compras do cereal norte-americano após nenhum registro acima de 100 mil toneladas ontem (22). Na terça-feira (21), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês) informou uma venda de 207,88 mil toneladas de milho para destinos desconhecidos em 2019/20 e 2020/21.
Os avanços do novo coronavírus em território norte-americano também pesam nas negociações devido ao risco na demanda por energia com investidores cada vez mais cautelosos em relação à uma reabertura plena mesmo com a notícia dos avanços das vacinas candidatas nos testes clínicos.
A previsão climática favorável para o desenvolvimento das lavouras no Meio-Oeste dos EUA continua no radar.