Às 08 h 36 (horário de Brasília) desta sexta-feira (24), o milho na Bolsa de Chicago desvalorizava 0,50 e 0,15%, a US$ cents 327.50/bushel no contrato de setembro e avançava 0,25 ponto e 0,07% no dezembro, a US$ cents 335.75/bushel. Os outros contratos oscilavam entre leve alta e queda.
No fechamento de quinta-feira (23), o cereal registrou subiu 0,50 ponto e 0,15% no contrato de setembro, a US$ cents 328.00/bushel. O dezembro avançou 0,75 ponto e 0,22%, a US$ cents 335.50/bushel.
Os futuros do milho mantêm o movimento de reajuste técnico após fortes desvalorizações. Em complemento, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) apontou ontem (23) que os registros de exportação de milho 2020/21 totalizaram 2,33 milhões de t na semana finalizada no dia 16 de julho, bem acima da média semanal de 902 mil t.
Da temporada 2019/20, foram apontadas 221 mil de toneladas no mesmo período, 4% abaixo da média de 230 mil t necessária para totalizar a safra. Somando as duas safras, foram 2,55 milhões de toneladas de milho vendidas, o maior nível desde março de 2018.
Outro fator de alta é a compra de um enorme volume pelo governo norte-americano da vacina, ainda experimental, da Pfizer e BioNTech.
Por outro lado, o acirramento nas relações diplomáticas entre China e EUA continua repercutindo negativamente no mercado, principalmente após a notícia de que Pequim autorizou o fechamento do consulado norte-americano de Chengdu, no sudoeste do país, em reposta a Washington.