Às 13h 31 (horário de Brasília), o grão caia 7,25 pontos e 2,03% no contrato de setembro, negociado a US$ cents 350.75. No contrato de dezembro caia 7,75 pontos e 2,10%, a US$ cents 362.00/bushel.
Os preços operam pressionados pelas novas imposições das tarifas dos EUA e China e falta da confirmação de datas para a próxima rodada de negociações comerciais. Os Estados Unidos sobretaxaram em 15% cerca de US$ 110 bilhões em produtos importados da China neste domingo, 01. Como retaliação imediata, os chineses colocaram em vigor a tarifação de 10% sobre 1.700 produtos norte-americanos.
Além disso, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgou que os embarques de milho atingiram 355 mil toneladas até 29 de agosto, uma boa queda de 45% sobre as 646 mil t na semana anterior. Ficando bem abaixo da média semana de 6.173 mil t necessárias para totalizar a safra.
Ainda hoje o USDA irá divulgar o novo relatório de estágios e condições das lavouras.
O mercado também se atenta à previsão de clima favorável às lavouras em boa parte do Cinturão do Milho pelos próximos dias.