Milho opera em queda expressiva na CBOT

Às 14 h 51 (horário de Brasília), desta segunda-feira (09), o milho na Bolsa de Chicago recuava 5,25 pontos e 1,40% no contrato de maio, negociado a US$ cents 370.75/bushel. No julho, caía 6,00 pontos e 1,58%, a US$ cents 373.25/bushel.

As negociações desta tarde repercutem o crescimento dos casos do novo vírus chinês, COVID-19, que já atinge 95 países, incluindo o Brasil e a Argentina. A DATAGRO Consultoria apurou os dados e constatou um crescimento de 6% no número de mortes entre os dias 7 e 8 de março.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) informou hoje que os casos de infecção do coronavírus totalizam 111.950 no mundo e 3.893 mortes.

Os contratos futuros da soja também registravam queda de mais de 16,50 pontos.

Além disso, os traders se preocupam com o preço do Petróleo WTI que segue registrando quedas de mais de 20% na Bolsa de Nova York. A Arábia Saudita anunciou na última sexta (06) que irá aumentar sua produção do óleo, e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e a Rússia seguem em desavença sobre a oferta global.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) divulgou hoje que os embarques de milho nos Estados Unidos atingiram 830 mil toneladas até o dia 05 de março. O resultado apresenta uma queda de 7,37% ante a semana anterior (896 mil t).