Milho opera em queda expressiva nesta tarde na CBOT

Às 13 h 44 (horário de Brasília), desta segunda-feira (22), o contrato de julho do milho operava com desvalorização de 3,75 pontos e 1,13% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 328.75/bushel. O setembro recuava 4,00 pontos e 1,19%, a US$ cents 333.25/bushel.

O mercado do milho recua nesta tarde em movimento de realização de lucros e atento ao financeiro com temores de uma segunda onda de coronavírus.

Por outro lado, os preços assimilam a informação de que os embarques do milho norte-americano totalizaram 1,30 milhão de toneladas na semana do dia 18 de junho, segundo o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês). O resultado apresentou um avanço de 41% sobre as 921 mil t embarcadas na semana passada, mas uma queda de 1% ante a média semanal de 1,31 milhão de t necessária para totalizar a safra 2019/20.

O mercado também se mantém cauteloso à espera do relatório de estágios e condições das lavouras que o Departamento irá divulgar nesta tarde, depois de uma semana de clima quente e seco em todo o cinturão do milho nos EUA, o que favoreceu os recentes ganhos da commodity.

Além disso, a China segue sem registrar novas compras do cereal norte-americano apesar de representantes dos países terem se encontrado na semana passada para reafirmar o acordo comercial. O diplomata chinês, Yang Jiechi, afirmou na quarta-feira (17) que irá acelerar as compras agrícolas dos EUA, incluindo soja, milho e etanol. Ambas as nações continuam registrando crescimento no número de contaminações por coronavírus depois da reabertura das atividades econômicas, colaborando com o temor em torno de uma possível segunda onda da doença.