Às 13 h 38 (horário de Brasília), desta terça-feira (28), o contrato de setembro do milho operava com perdas de 4,50 pontos e 1,38% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 320.25/bushel. Enquanto o dezembro caía 4,25 ponto e 1,27%, a US$ cents 330.25/bushel.
Os preços mantém o movimento baixista da véspera e assimilam a melhora de 3 pontos percentuais nas condições das lavouras do cereal na última semana nos Estados Unidos. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) apontou ontem (27) que as condições boas/excelentes atingiram 72% até o dia 26 de julho, sobre os 69% na semana anterior.
Também repercute a previsão de chuvas para os próximos dias no Meio-Oeste dos Estados Unidos, segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês).
Além disso, as preocupações dos traders permanecem voltadas para as tensões estabelecidas na última semana entre os Estados Unidos e a China. Apesar da continuidade das compras do governo chinês por produtos norte-americanos, a imprensa internacional apontou que os chineses devem acelerar as compras para cumprir o acordo assinado no dia 15 de janeiro deste ano.
A desvalorização de 12,25 pontos na soja e 4,50 pontos no trigo na CBOT também repercutia na sessão.
Por outro lado, a DATAGRO Consultoria constatou que o percentual de variação diária nas contaminações e óbitos pelo COVID-19 no mundo permanece em estabilidade de 1% entre os dias 26 e 267 de julho. Apesar do contínuo crescimento exponencial nas infecções por coronavírus nos Estados Unidos depois da reabertura das atividades econômicas nas últimas semanas.
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