Às 13 h 38 (horário de Brasília), desta segunda-feira (14), o contrato de dezembro do milho registrava perda de 0,25 pontos e 0,07% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 368.25/bushel. O março caía 0,25 ponto e 0,75%, a US$ cents 377.50/bushel.
Os vencimentos acompanham a movimentação técnica de realização nos lucros depois dos ganhos na última semana e oscilações no início da sessão.
Além disso, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou há pouco que os embarques do cereal atingiram 879 mil toneladas até o a semana do dia 10 de setembro, uma queda de 1 % sobre as 888 mil e na semana anterior e 22% abaixo da média semanal de 1,13 milhão de t da safra.
A queda do petróleo nesta tarde também contribui com as perdas.
Por outro lado, o mercado também assimila a previsão de clima seco para a maior parte do Meio-Oeste dos EUA nos próximos dias, conforme o Centro de Previsão Meteorológica (WPC) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês). Com alerta de chuvas isoladas em algumas áreas de até 10 milímetros.
A demanda aquecida tenta sustentar a sessão depois que o USDA informou novas vendas diárias neste início de semana, aliviando os temores sobre o cumprimento do acordo comercial entre os EUA e a China. Para o país asiático, foram vendidas 350 mil toneladas e outras 140 mil t do cereal no ano comercial de 2020/21 e 106 mil t vendidas para o Japão referente ao mesmo comercial.
O Ministério de Agricultura da China (MOA, sigla em inglês) informou que elevou suas previsões de importação de milho para 7 milhões de toneladas para as safras 2019/20 e 2020/21.