Às 14 h 09 (horário de Brasília), desta terça-feira (23), o milho cotado na Bolsa Brasileira operava com perdas de 0,38 ponto no contrato de julho e 0,83%, negociado a R$ 45,67/saca. Enquanto o setembro caía 0,61 ponto e 1,37%, a R$ 43,79/saca.
O mercado assimila a desvalorização 3,25 pontos no contrato spot do milho e 1,50 ponto na soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) com a divulgação do relatório de estágios e condições das lavouras norte-americanas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) na véspera (22).
Além disso, internamente, a queda de mais de 2% no câmbio nesta tarde também colabora com a movimentação negativa do cereal brasileiro na sessão.
O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou mais cedo que a colheita da segunda safra de milho já foi finalizada em 16,35% das lavouras do Mato Grosso até a última sexta-feira, dia 19. O resultado apresenta um crescimento de 8,00 pontos percentuais sobre a semana passada.
Em relação ao clima, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alertou que a maior parte da região Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil serão marcadas por uma massa de ar quente e seco durante a semana, favorecendo a colheita da safrinha. Apesar de alguma chuva prevista em pontos isolados no estado do Rio Grande do Sul e na parte Norte do país.