Às 14 h 04 (horário de Brasília), desta terça-feira (12), o milho cotado na Bolsa Brasileira registrava perda de 0,31 ponto e 0,66% no contrato de julho, negociado a R$ 46,69/saca. Enquanto o setembro caía 0,12 ponto e 0,26%, a R$ 45,25/saca.
O mercado acompanha a queda de 1,75 ponto na soja, 6,00 pontos no trigo mole negociados na Bolsa de Chicago em meio aos dados de oferta e demanda que o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) divulgou há pouco. Os estoques finais do milho norte-americano 2019/20 foram apontados em 53,30 milhões de toneladas, sobre 53,15 mls de t no relatório de março, mas abaixo da expectativa do mercado de 57,90 mls de t. Além disso, a safra 2020/21 dos EUA foi apontada em 406,29 mls de t ante expectativa do mercado de 400 mls de t.Internamente, a pressão vem com a desvalorização do câmbio depois do fechamento em novo recorde na véspera, a R$ 5,81.
Por outro lado, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta uma continuidade da frente fria pela região Sul do Brasil com risco de perda de nas plantações. O Nordeste deve receber chuvas fortes pelas próximas 24 horas, enquanto o Sudeste e o Centro-Oeste terão a terça-feira com dia firme.