Às 13 h 42 (horário de Brasília), desta segunda-feira (15), o contrato de julho do milho operava com perdas de 1,50 ponto e 0,48% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 328.50/bushel. Enquanto isso, o setembro caía 1,75 ponto e 0,52%, a US$ cents 332.75/bushel.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) informou que os embarques de milho no país atingiram 910 mil toneladas até o dia 11 de junho, uma queda de 21% sobre o total da semana anterior, 1,16 milhão de t. Também ficou abaixo da média semanal de 1,32 milhão de t necessária para totalizar a safra.
Além disso, a pressão acompanha os temores em torno do crescimento dos casos de infecção por coronavírus nos Estados Unidos e na China depois da reabertura das atividades financeiras. Sendo assim, a recuperação econômica global pode acontecer de uma forma mais lenta do que o esperado pelo mercado, assim como a melhora na demanda pelo cereal.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou que mais de 7 milhões de pessoas foram infectadas em todo o mundo e 427 mil foram mortas pelo novo vírus.
Movimentos técnicos de realização nos lucros também colaboram com a desvalorização do dia depois da alta no contrato spot no último pregão.