Milho opera em queda neste pregão diurno da CBOT

Às 12 h 18 (horário de Brasília) desta terça-feira (07), o milho no contrato de setembro na Bolsa de Chicago perdia 2,50 pontos e 0,72%, a US$ cents 344.00/bushel. O dezembro recuava 3,50 pontos e 0,98%, a US$ cents 352.75/bushel.

Os futuros do milho recuam nesta sessão, após as altas moderadas da véspera, com investidores digerindo os novos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), além de movimentos técnicos. Os embarques do cereal na semana finalizada no dia 02 de julho totalizaram 962 mil toneladas.

O volume reportado representa uma queda de 22% sobre as 1.241 mil t na semana anterior, além de ser 29% menor do que a média semanal de 1.360 mil t necessária para totalizar as expectativas na safra. O mercado já considera a possibilidade de a temporada terminar com volumes de exportação abaixo do esperado.

Por outro lado, há limitação da baixa por vendas reportadas na véspera pelo USDA, com 182,88 mil toneladas de milho para o México. Sendo 121,92 mil t enviadas durante a temporada 2020/21 e mais 60,96 mil t em 2021/22. Além disso, a China comprou no dia 204 mil t do cereal para 2020/21.

Além disso, as lavouras de milho dos EUA em condições boas/excelentes pioraram e representavam 71% até o dia 05 de julho ante 73% na semana anterior, segundo relatório do USDA divulgado após fechamento do mercado ontem (06). As áreas com condição regular atingiam 23% e ruim/muito ruim representavam 6%.

Outro fator importante é que os agricultores e traders estão curiosos sobre o acordo entre EUA-México-Canadá e como ele poderá contribuir para as exportações das culturas norte-americanas para estes países. Em meio à pandemia, a maior preocupação é que os países possam oferecer algum tipo de instabilidade ao bloco.

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