Às 12 h 14 (horário de Brasília), o milho registrava alta de 0,25 pontos e 0,07% no contrato de dezembro negociado a US$ cents 369.75/bushel, muito próximo da estabilidade. E no março, alta de 0,25 pontos e 0,07% a US$ cents 378.00/bushel.
O mercado do cereal acompanha as informações sobre as condições climáticas nos Estados Unidos, além da recuperação da soja. Do lado negativo, há atenção para a demanda, clima na América do Sul e registros norte-americanos fracos.
Os embarques do milho norte-americano registraram queda 32%, de acordo com o relatório semanal até dia 28 de novembro. Segundo o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), as exportações do cereal foram de 806 mil toneladas para 546 mil t em uma semana.
Na comparação dos acumulados de 2018/19 e 2019/20, o milho mantém o declínio, dessa vez em 45%, indo de 26.747 mil t para 14.616 mil t.
O contrato de dezembro na Bolsa de Chicago está próximo do vencimento e, por isso, as atenções se voltam ao milho no contrato de março/2020. A guerra comercial também vem influenciando os futuros do milho negativamente e os investidores aguardam novas notícias sobre os rumos das conversas.