Às 11 h 45 (horário de Brasília) desta quarta-feira (11), o milho na Bolsa de Chicago operava em queda de 7,75 pontos e 2,07% no contrato de maio, negociado a US$ cents 366.75/bushel. O contrato de julho também caía 7,25 pontos e 1,93%, a US$ cents 369.25/bushel.
À medida em que os mercados registram fortes perdas mediante às preocupações com a pandemia do COVID-19, os futuros do milho também sentem os reflexos.
De acordo com o levantamento da DATAGRO, na véspera, os óbitos aumentaram do dia 10 para o dia 11 de março em 22,5%, indo de 271 para 332. Já a contaminação saltou em 7,8%. No acumulado, referente a mesma data, o número de doentes evoluiu para 6% no mundo.
Por outro lado, os investidores analisam o novo relatório de registros semanais de exportação divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) nesta manhã.
O cereal registrou aumento de seus registros em 91,3% na semana encerrada no dia 05 de março. Indo de 769 mil toneladas para 1.471 mil t. O resultado do cereal, acima da média e acima do comparativo semanal, não foi o suficiente para animar o mercado.