Às 08 h 40 (horário de Brasília) desta sexta-feira (31), o milho na Bolsa de Chicago avançava 0,50 ponto e 0,13% no contrato de março, negociado a US$ cents 380.00/bushel. O maio recuava 0,75 ponto e 0,19%, a US$ cents 385.50/bushel.
No fechamento de quinta-feira (30), o cereal recuou 4,75 pontos e 1,24% no contrato de março, negociado a US$ cents 379.50/bushel. O maio teve baixa de 4,75 pontos e 1,22%, a US$ cents 384.75/bushel.
O mercado recebeu bem a notícia do novo acordo comercial “USCMA” entre Estados Unidos, México e Canadá que irá substituir o NAFTA e poderá fortalecer a região. Vale lembrar que o México é o maior comprador do cereal norte-americano e isso poderá, a longo prazo, influenciar o fluxo comercial da commodity e seus preços.
Os investidores também seguem satisfeitos com o bom resultado das exportações norte-americanas do milho safra 2019/20 que totalizou 1,235 milhão de toneladas até 23 de janeiro. O volume representa uma alta de 23% ante a semana anterior (1,007 milhão de t), segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).
Já no acumulado de 2019/20, as exportações somam 21,543 milhões de toneladas. Uma queda de 33% ante as 32,287 milhões de toneladas do mesmo período de 2018/19. A média semanal projetada pelo mercado é de 736 mil t.
Apesar da alta, o coronavírus se mantém no radar dos investidores que estão atentos para a situação sanitária da Ásia e seu impacto nos mercados internacionais, exportações e consumo.