Às 08 h 23 (horário de Brasília) desta quinta-feira (23), o milho negociado na Bolsa de Chicago subia 0,75 ponto e 0,19% no contrato de março, negociado a US$ cents 389.25/bushel. O maio avançava 0,50 ponto e 0,13%, a US$ cents 394.75/bushel.
No fechamento de quarta-feira (22), o milho avançou 1,25 ponto e 0,32% no contrato de março, negociado a US$ cents 388.75/bushel. E o maio subiu 0,75 ponto e 0,19%, a US$ 394.25/bushel.
O cereal opera esta sessão em alta leve seguindo o movimento de avanço do último fechamento nos primeiros contratos acompanhando a valorização do trigo durante a semana, apesar de queda na véspera, e expectativas de compras chinesas.
Além disso, os investidores esperam o novo boletim de registros semanais de exportação que será divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) nesta sexta-feira (24).
Negativamente, preocupações com o coronavírus que avança na China estão no radar dos investidores. O mercado também segue atento para a melhora das condições climáticas nas zonas de produção da América do Sul.
Pequim também suspendeu a entrada da mistura de 10% de etanol na gasolina prevista para este ano à medida em que as preocupações com a oferta de milho se acentuam.